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Archive for the ‘Séries’ Category

Engraçado como algo que de define pode parar de fazer parte de você.

É de uma tristeza sem tamanho não se ver mais empenhada em baixar seriados ou passar as madrugadas esperando uma legenda abençoada sair.  Já escrevi aqui a minha lista de séries favoritas e posso falar que nem sofri muito com  o hiato dessa vez, que nem contei os minutos para a volta de uma série (exceto Grey’s Anatomy que é paixão das antigas <3), tampouco vi algum teaser, trailler, promos etc. Dizem que mudar é bom, dizem que não devemos nos arrepender daquilo que deixamos para trás e não devemos ter medo daquilo que vamos encontrar. Falar é mais fácil que agir, deveras. Assistir séries e ter tempo de acompanhar certinho umas 12 (ou 14) era algo que me fazia continuar jovem e sem elas, eu não me sinto mais assim. Me sinto velha, cansada e com obrigações que ultrapassam quaisquer espectativas que eu viesse a ter sobre o meu futuro. Às vezes me pergunto quando foi que eu parei de ver as séries com tanto empenho. Me pergunto quando que eu deixei que lutar com a minha conexão de internet por um mísero episódio só pra saber como continua determinado plot e me surpreender, xingar e chorar com mais uma invenção dos autores. Às vezes, me pergunto se eu continuo sendo a mesma que se definiu como seriadora compulsiva no “about” desse blog.

Alguns podem me dizer que nessa etapa do curso universitário (3° ano de psicologia) as coisas ficam mais tensas e realmente o tempo (mal organizado, por vezes) é pouco para a carga de leitura e tarefas as quais eu me meti. É, eu me meti em muitas coisas nesse ano. Escolhi disciplinas, disse sim a grupos de pesquisa e ainda resolvi encarar institucionalmente um centro acadêmico. Vendo esse quadro, até parece que eu sou um exemplo de estudante, né? Risos eternos. Cadê as minhas séries dentro da minha agenda? Antes dormia pouco vendo séries e hoje, às vezes nem sei porque eu acabo dormindo tão tarde.

Com as séries eu me sinto viva. Sem elas, é como se eu estivesse morrendo aos pouquinhos. Talvez os blogs tenham ocupado esse espaço antes pertencente às séries. Talvez caiba naquela lista de promessas para o ano vindouro um retorno às minhas muitas séries queridas. Talvez o meu tempo com elas tenha passado. E não, não lamentarei. Sabe aquela história de que foi eterno enquanto durou? Então, acho que assim foi a minha relação com as séries. Talvez eu tenha que me dedicar às minhas três paixões do momento: Grey’s Anatomy, The Big Bang Theory e The Good Wife! Quatro, se considerarmos White Collar. Cinco se considerarmos One Tree Hill. Seis…

Beijo,

Carmem

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Eu sempre disse que seria mais feliz sozinha. Teria meu trabalho. Meus amigos. Mas ter mais alguém na sua vida o tempo todo? São mais problemas que o necessário. Ao que parece estou nessa situação.

[…]

Há um motivo para dizer que eu seria mais feliz sozinha. Não foi porque eu pensei que seria mais feliz sozinha. Foi porque eu pensei que se amasse alguém e depois acabasse talvez eu não conseguisse sobreviver. É mais fácil ficar sozinho.  Porque, e se você descobrir que precisa de amor? E depois você o tem. E se você gostar? E se depender dele? E se você modelar a sua vida em torno dele? E então… ele acaba. Você consegue sobreviver a essa dor? Perder um amor é como perder um órgão.  É como morrer. A única diferença é que a morte termina e isso pode continuar para sempre.

Grey’s Anatomy – S07E22 – Unaccompanied Minor (Season Finale)  

E é faltando 59 dias e uns quebrados para a estréia da oitava temporada de Grey’s Anatomy , que esse quote da Season Finale acabou dominando a minha mente. Ah, além das temporadas ímpares que já possuia (1ª, 3ª e 5ª), comprei a 4ª numa super promoção bacanuda na Videolar (vale à pena uma visita no site) e posso garantir que já comecei minha overdose de GA nessas férias lindas!  *-* Ainda faltam a 2ª , a 6ª e a 7ª (que ainda não saio no Brasil, mas beleza) na minha coleção, mas vou conseguindo aos pouquinhos nessas promoções supimpas que acontecem 🙂

Beijo,

Carmem

Foto do Tumblr

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Sonhos.

Perdão pelo sumiço de mais de uma semana causado por um misto de falta de tempo com falta de vontade de postar. Mas espero que essa semana seja mais tranquila e eu consiga liberar uns posts bonitos que eu tenho rascunhado =]

                                                                                                                           We♥it

Esse blog anda muito para baixo ultimamente, né?! Mas como ele é reflexo do que eu sou, está fácil de entender porquê. Grey’s Anatomy não só divide com One Tree Hill o post de série preferida como também me faz um bem absurdo como eu comentei aqui *-* E é a ela que eu recorro para falar sobre sonhos e levantar um pouco o astral desse Blog Sem Nome! o/

Sonhos, de alguma forma, acabam colorindo os nossos dias ^_^ Quem nunca sonhou com uma casinha bacana ou com um emprego divertido? Quem nunca sonhou em aprender a costurar (eu!) ou dirigir? Quem nunca sonhou em encontrar sua outra metade da laranja? Quem nunca sonhou em terminar o que começou? Eu acho que posso parecer meio contraditória às vezes quando digo que não faço planos para o futuro, mas que mesmo assim tenho uma visão de como serei daqui a uns 10 anos (ao menos dirigindo, vestindo roupas legais e com um cabelo ~grande~ e bonito hihi).

O que importa para mim talvez nem seja a dimensão dos planos, mas os esforços que estamos fazendo para continuar sonhando, sabe? Regar os nossos sonhos com pequenas sementes me parece bonito demais! E quem disse que sonhar é uma coisa ruim? Talvez os sonhos nos deem aquilo que a realidade nos nega como diria o outro. E como sempre, vamos ver a opinião da Meredith sobre isso! 🙂

O sonho é esse – que finalmente sejamos felizes quando alcançarmos nossos objetivos – acharmos o cara certo, terminarmos nosso programa de internato, esse é o sonho. Então chegamos lá. E, se somos humanos, imediatamente começamos a sonhar com outras coisas. porque, se esse é o sonho, então gostaríamos de acordar. Agora, por favor !

[…]

Talvez nós aceitamos que o sonho se tornou um pesadelo. Dizemos a nós mesmos que a realidade é melhor. Nos convencemos que é melhor que não sonhemos nunca. Mas, o mais forte de nós, o mais determinado se mantém apegado ao sonho ou então nos encontramos contra todas as probabilidades, nos sentindo esperançosos. E, se somos sortudos, nos damos conta no limite de tudo, no limite da vida que o verdadeiro sonho é apenas ter a habilidade de sonhar (Grey’s Anatomy –  S03E22/23 – The Other Side Of This Life).

Beijo,

Carmem 

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O Agora.

Não quero que esse quote de One Tree Hill ♥ te mude nessa terça-feira. Não quero que ele seja seu novo lema de vida, só quero que você use um pouco do seu precioso tempo lendo essas belas palavras que tanto me dizem.

Não haverá outro tempo em que você será mais honesto, em que suas convicções serão mais fortes, ou em que os seus motivos serão mais puros do que são agora. O que significa que deveria ir atrás de qualquer coisa que te empolgue. Seja confiante, corra riscos. E pinte por cima dessas palavras para começar a escrever suas próprias. Minha história pode ter inspirado você, mas a sua pode inspirar a próxima garota que morar nesse quarto. Quero que você saiba que não é preciso que alguém escreva sobre a sua vida para ela ter algum sentido. Você pode escrever sobre si mesma, trace seu próprio destino. E então, daqui a alguns anos, a próxima garota vai manter o que você escreveu tempo suficiente para te lembrar do quão inspirada a sua vida é. E você pode dizer para aquela garota pintar a porta novamente. Porque você percebe que as palavras que escreveu, os amigos que teve, a urgência que sentiu, sempre estarão por baixo da tinta. O amor que você professou sempre estará lá, a faísca de algo inegável. Veja a esperança, a verdade, nas horas boas e ruins, correndo firmemente abaixo da superfície. (One Tree Hill – S05E08 – Please, Please, Please Let Me Get What I Want).

Beijo,

Carmem

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Chasing Cars…

No episódio final da 2ª temporada de Grey’s Anatomy – Losing My Religion – além de todos os quotes lindos e do drama (Meredith e Derek, Callie e George, Cristina e Burke e Deny e Izzie tem conversas ou nem tanto sobre seus relacionamentos e o curso de suas vidas), uma coisa me chamou a atenção: A música “Chasing Cars” do Snow Patrol. Procurei a música incansávelmente porque ainda não conhecia esse site – Planeta da Música – que faz com que encontremos trilhas sonoras de todas as nossas séries favoritas! \o/ A música é digna do final emocionante da temporada e apesar da série estar na 7ª temporada, desde então eu gosto dessa música e venho aqui hoje nesse domingão que não é do Faustão para passar essa dica musical para vocês! Com uma letra curta e viciante, além do clipe lindo, ela não saiu da minha cabeça na sexta e no sábado, ainda mais sendo cantada no episódio musical (S07E18) de Grey’s que eu vi ontem. Espero que vocês curtam 🙂

 

If I lay here,
If I just lay here,
Would you lie with me and just forget the world ?

Beijo,

Carmem


P.S. Foto retirada do Google.

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E o tempo ?!

Mais uma vez lá venho eu falar do tempo. Digo para mim mesma: “Deixe o tempo quieto, menina! Deixe que ele dure, que ele corra o seu curso sem você ficar o chamando para o seu blog a cada post.” Será que foi O Tempo que não me deixou postar nesses últimos dias? Não creio. Uma morgação estranha tem tomado conta de mim e talvez por isso mesmo tenha muita coisa acumulada aqui precisando descarregar como eu comentei no último post – o tempo corre e eu não o acompanho, se é que isso é possível.  Deixei pensamentos agendados para irem entrando ao longo da semana e assim compartilhar com vocês aquilo que eu acabo encontrando por aí seja de pensadores queridos, seja em séries amadas ou de autores que para outros são desconhecidos, mas que nem por isso tem o trabalho desmerecido (eu tenho rimas ótimas, podem falar hehe) ^_^

Às vezes, quando se é jovem, você acha que nada pode te machucar, é como ser invencível. Sua vida toda está a sua frente e você tem grandes planos. Grandes planos. Achar seu par perfeito. Aquele que te completa. Mas conforme vai envelhecendo, percebe que nem sempre é tão fácil assim. Só no fim da vida percebe que os planos que fez, são só planos. Pois no final, quando olha para trás ao invés de para frente… que você quer acreditar que fez o máximo com o que a vida te deu. Quer acreditar que está deixando algo de bom para trás. Você quer que tudo tenha sido importante. (One Tree Hill – S05E15 – Life Is Short)


Beijo,

Carmem


P.S. Foto retirada do Tumblr.

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Gavin DeGraw ♥

Conheci muitos cantores a partir das minhas séries, mas talvez a maior surpresa delas tenha sido o Gavin DeGraw! A primeira música que eu ouvi dele foi a música de abertura de One Tree Hill : I don’t want to be. A música é a cara da série e se não foi feita para ela é daquelas músicas que você ouve e diz: Caramba! Essa música é a minha cara! ( Isso se OTH fosse uma pessoa, claro! hehe) Curiosidade de seriadora: One Tree Hill chegou na 5ª temporada sem a abertura conhecida e querida por todos os fãs. A alegação dos produtores foi que eram perdidos 40 segundos ou quase 1 minuto do episódio com a música de abertura, daí como tempo é dinheiro, resolveram tirar a música de abertura. Como assim, gente? O.o Era muito estranho não ter música de abertura, mas para a nossa grata surpresa o Mark Schwahn (produtor executivo e dono da série ) nos presenteou com DeGraw cantando a clássica abertura nessa 8ª e talvez última temporada. Foi muita emoção ouvi-lo em One Tree Hill de novo ♥ (Mas esse assunto rende outro post, na verdade).

De lá para cá, baixei alguns de seus Cd’s e sou uma grande apreciadora/admiradora fã descontrolada do seu trabalho e da sua pessoa. O Gavin tem 34 anos, é nova-iorquino, é um fofo, a voz dele me encanta assim como a sua habilidade em tocar violão e piano e a simpatia dele para com os fãs (vários vídeos no youtube tocando em coletivas a pedidos) deveria ser um exemplo para outros artistas esnobes por aí. Poderia falar da biografia dele, mas não sei se isso importaria muito por aqui…

Eu tinha um Top 5 de suas músicas, que acabou virando um Top 10 dada a quantidade de Cd’s e de músicas que não estão em Cd’s que eu acabo encontrando (Obrigada, 4shared lindo *-*). Mesmo a dificuldade de classificar as minhas favoritas em um ranking sendo grande, eis as escolhidas:

Dancin’ Shoes

We Belong Together

More Than Anyone

She Holds a Key

I Don’t Want To Be

Just Friends

Dreams

I Have You To Thank

Belief

Mountains To Move

 

Queria ter $espaço$ para um piano em casa e dedos longos...

 

Enquanto escrevia esse post ouvia músicas dele que por acaso não estavam no Top 10, mas que poderiam muito bem estar, sabe? Como Nice To Meet You Anyway ou Chariot ou Free. Ele tem um CD só com regravações que me fazem gostar ainda mais de certas músicas como We Are The Champions do Queen e Against All Odds do Phill Collins. Voltando a One Tree Hill, o DeGraw já apareceu na série algumas vezes, na 2ª temporada cantando em um bar, fazendo um show na 3ª ou cantando com o Jamie na 5ª – esse vídeo está na lista acima, só clicar e ver que fofura ele cantando/tocando com uma criança de 4 anos ♥

Enfim, eu sei que esse post ficou uma rasgação de seda completa pelo DeGraw, mas eu só queria compartilhar onde que meu espírito para quando o assunto é música, apesar de existirem outros lugares, ele é um dos mais reconfortantes. Algo tão importante nas nossas vidas, né? Apesar de eu ser uma masoquista musical (adoro esse termo hihi), é com o DeGraw que eu passo minutos cantando no chuveiro, ou enquanto faço faxina ou caço coisas na internet ou simplesmente por ouví-lo mesmo, porque algumas músicas me fazem bem,ao mesmo tempo que me fazem pensar, e acho isso bacana demais. Espero que eu tenha conseguido expressar um pouco do meu carinho pelas músicas que estão nele…

Deixo vocês com o vídeo de We Belong Together, tema do filme Tristão e Isolda de 2006, que me fez chorar tanto quanto quando vi Um Amor Para Recordar emocionou de um jeito bonito! A combinação do DeGraw com essa história épica me renderam algumas lágrimas, confesso. Não se deixando levar pela opinião de uma manteiga derretida, o vídeo é lindo sim.

 

 

Beijo,

Carmem

Fotos que ilustram esse pequeno post extraídas daqui.

 

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