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Archive for the ‘Moda?’ Category

Eu fui assim: Colação de Grau

Janeiro/fevereiro são os meses oficiais de colações de grau por aqui. É aquele momento em que primos (e outros familiares), amigos, amigos de amigos concluem uma graduação e nos convidam para compartilhar esse momento. Por mais que sejam cerimônias demoradas, em que xitrilhões de nomes são chamados um a um no palco para receber um canudo simbólicos e discursos motivacionais são proferidos, são também aquelas ocasiões em que todo mundo se arruma um pouquinho mais para prestigiar aqueles que os convidaram ou ao menos para participar de uma comemoraçãozinha depois. Tem coisa melhor do que ir para um ambiente agradável, comer com pessoas bacanas e dar boas risadas? Além é claro daquelas frases ótimas: ” Olha, Carmem está de salto!”; “Gente, Carmem está de maquiagem!”.  Em todo caso, gosto desses eventos que pedem uma produção mais arrumadinha.

Eis que eu acabei indo para apenas duas colações esse mês e escolhi a mesma lógica de montação. Nunca fui fã daqueles vestidos brilhosos, extremamente rodados ou com muitos babados configurando aquele tipo de roupa que eu nunca mais usaria na vida! Então, coordeno peças que são fáceis de usar em outra ocasião, mas que juntas formam um conjunto lindo e digno de uma formatura, além de me sentir confortável e nenhum pouco incomodada com uma roupa que não tem a minha cara. No caso da outra colação, estava com uma saia preta básica, blusa listrada azul e branco com um pouco de renda marcando a cintura e uma sandália com salto de estampa de cobra – logo, equilibrei o foco entre a blusa e a sandália. No caso deste aqui, estava com vontade de estrear minha saia de renda liiinda que me custou apenas 20 dinheiros e precisava de uma blusa mais básica. Esta aqui não é tão básica por conta do caimento diferente, daí acrescentei um colar poderoso e pronto!

A saia é da Riachuelo.  A blusa é da Coliseum. O mix de pulseiras comprei de uma amiga –  aqui o contato no facebook; a bolsa é da Gaps Modas em Lagarto (interior de Sergipe) e o colar e o anel de corujinha são da Maison Jolie e a sandália é Dakota comprada em São Paulo ano passado (ela tem um salto bastante confortável, mas nem a melhor sandália de salto do mundo aguenta 4 horas em pé ouvindo aqueles nomes todos serem chamados).

Beijo,

Carmem

P.S.  As fotos não estão as melhores, mas acho que deu para ter uma noção do look =]

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Eu fui assim: Teatro Tobias Barreto

Todo final de ano é a mesma coisa: as escolas resolvem fazer uma festa de encerramento! As crianças de várias idades diferentes apresentam coreografias que ensaiaram durante todo o ano. Os pais são convidados a ir assistir e no caso da minha prima de 7 anos, podem levar outros convidados.  Eu fui uma dessas convidadas e é o terceiro ano consecutivo em que a vejo dançando. Eu adoro esses eventos, de verdade. Mas nesse dia, eu tinha saído de casa pela manhã, passado o dia inteiro tendo aula e fui correndo para casa e mesmo com vontade de ceder ao cansaço, coloquei uma roupa bonitinha e fui vê-la dançando o tema musical da Jasmine, do Aladim! Ela me convidou pessoalmente, o que eu poderia fazer?

O tema da festa eram Contos de Fada, então tivemos crianças fofas do maternal vestidas de Chapeuzinho Vermelho. Outras dos 7 anões. Meninos de lobo-mau. Casais representando a Bela e a Fera e dançando ao som daquela música gravada pela Eliana (quase choro nesse, confesso). Apresentações coletivas de balé, canção cantada ao vivo em japonês (!!!) e os alunos mais velhos (do ensino médio, suponho) apresentaram uma dança indiana de maneira incrível. Mesmo.  Além de um casal mais velho que dançou tango e apresentação final com uma menina que todo ano faz sua perfomance solo de balé.

Acho a oportunidade das crianças se apresentarem em um Teatro uma coisa linda demais. A estrutura, a preparação antecipada para o grande evento, a espera no camarim para o momento de sua apresentação, a atmosfera de companheirismo e de ajuda ao outro e a importância que aquela apresentação tem na vida delas independente de pontuação na média. Para mim, é muito interessante. É claro que o conforto das cadeiras, da climatização e da acústica do Teatro para quem está assistindo algo que durará, em média, mais de 2 horas também é importante e conta para que dirijamos nossa atenção aos artistas da noite. Fui nos dois anos anteriores e gostei muito. Todos eles no Teatro, todos eles me surpreendendo e todos eles colocando em mim uma vontade louca de aprender a dançar ou a arriscar alguns passos no meio das pessoas sejam elas conhecidas ou não. Invejo esse desprendimento que, principalmente, as crianças tem diante das outras pessoas, quando o que realmente importa é a diversão proporcionada pela dança.

A cara de pamonha e as olheiras são brinde da UFS depois de um dia exaustivo como contei acima. As pernas brancas são herança genética mesmo. A chemise (ou camisa mais comprida ou tipo de vestido com botões e mangas compridas) que eu amo demais foi feita por Denise, costureira mais que talentosa que consegue realizar quase todos os meus desejos de consumo. Essa chemise foi um deles.  Ela tem mangas compridas, mas mesmo indo para um local com ar-condicionado, resolvi dobrar um pouco e deixá-la assim, manga 3/4. Comprei o tecido e vi o modelo na internet e lá foi Denise transformá-lo em realidade. Apesar de ter um elástico na cintura, não achei que ficou marcada o suficiente e coloquei um cinto de laço da Topeiras para complementar. A sapatilha velha de guerra é a Melissa Campana Flocada preta. Estou com um coque bagunçado no cabelo por conta do bad hair day e uma tiara floral da Renner. A bolsa bege (ou nude) com detalhes dourados é da Sonho dos Pés – um mega achado de promoção. Tinha em preto também, mas o meu coração bateu mais forte por ela. O brinco é de borboleta e é da C e A. O relógio e o mix de pulseiras é praticamente o mesmo (Champion e Bazar Lavou Tá Novo, respectivamente), com exceção da pulseira de contas comprada em Recife já que esse look estava guardado aqui e é de antes da viagem.  Ah, o batom rosinha é um inseparável da Boticário, salvador de todas as horas que dá uma certa levantada na cara de acabada da pessoa que voz escreve.

Que venha o especial de final do ano que vem, cujo tema imagino que seja algo do tipo: “Entre terremotos e previsões: o não-fim do mundo”.

Beijo,
Carmem 

P.S. Não sei variar as poses, como se pode perceber nas fotos.

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Eu fui assim: Jantar com o namorado

It’s so nice to see you. Can we see and talk for a while?

A gente merecia um jantar especial. Não que aquele velho cuscuz com ovos e café não fosse, mas o dia pedia uma saída para algum lugar dadas as bonitas circunstâncias. A gente deveria ficar junto em um lugar aconchegante que desse para trocar rápidos carinhos durante a comida. A gente merecia ser nós em público naquele dia. Escolhemos (ou escolhi hehe) o Pasta Fest, porque a minha veia italiana adora uma massa. Eu adoro também ser bem tratada e não gastar muito para comer. Mas aquele dia pedia um pouco mais de mino, um gasto maior ao que estamos acostumados. Combinamos o horário e lá estávamos nós, indo àquele restaurante. Chegando lá, lotação. Não entendi porque todas as pessoas da cidade resolveram sair para jantar naquele lugar naquele sábado. Tudo bem.  Encontramos uma mesa. Sentamos ao lado um do outro e nossos pratos estavam tão juntos que não tocar um no outro durante a comida era impossível. Lindo. Confirmamos ao garçom que seriam dois rodízios. Pois é! Estávamos com fome. Ou seria com vontade de ficar junto o máximo de tempo possível? Aposto nas duas alternativas. A noite foi se dando entre espaguetes, fatias de pizza, nhoques, carinhos, sabores e uma variedade de massas tão grande que fizeram os meus genes italianos pularem de alegria. Saciados, o resto da noite se deu como prevíamos: exaustos, aninhados um no outro e comentando da comida com aquele sentimento de que “Poxa,  tivemos uma noite linda!”.

 Eu queria estar bonita e usar uma roupa inédita.  Ou uma combinação inédita. Coisa de mulher, sabe? Gostei da mistura de cores e do resultado final. Só não gostei muito da minha barriga que está saliente nas fotos antes mesmo do jantar. Imagina como ficou depois de quilos de massa? Trágico. A noite pediu até maquiagem. Fiz uma coisa leve com rímel para dar volume aos cílios, blush para uma cara de saudável e um batom rosinha.  

 ~ terminada a parte fofa do post, vem a parte  fashion ~ 

A saia xadrez e a camiseta cinza foram achados bem baratos do II Bazar Lavou Tá Novo (informações no feicebuqui).  A sapatilha preta com lacinho na frente foi presente de aniversário da mamis e eu não lembro a marca. Eu não tirei foto dela porque ela não merece. Por eu tê-la usado por poucas vezes apenas, fez um calo horrendo e eu fui obrigada a usar band-aid. Claro que ela não deixa de ser linda, mas quando ficar mais confortável e começar a merecer aparecer no blog, eu tiro fotos. A bolsa é muito amor ♥ Quero dormir com ela para vocês terem noção. Foi uma compra feliz na Zara do Shopping Recife no começo de novembro. Tinha com outras combinações de cores também como azul marinho e vermelho. Se eu tivesse $condições$ teria trazido ao menos mais uma. As pulseiras coloridas são fruto do Bazar, a de contas marrom veio direto da Casa da Cultura em Recife, a azul com o símbolo do infinito é da Avon e e o relógio é o Champion de sempre. O colar menor é sem marca e o outro da gaiola com o passarinho já apareceu aqui – é da Riachuelo e foi presente do namorado.

Beijo,

Carmem

P.S.  1) Esse dia foi em novembro, mas como tudo está atrasado nesse blog, tá valendo.

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Eu fui assim: Casamento

Eu não gosto de salto. Eu até que sei andar, mas não é uma coisa que eu me sinta maravilhosamente bem usando. Sou adepta das sapatilhas com muito orgulho. Mas quando somos convidados a casamentos e tendo 20 anos (isso na época do casamento porque eu já fiz 21 no último 25 de outubro) a coisa muda de figura. A ocasião pede algo mais elaborado e para mim, acaba sendo uma diversão pensar com que roupa ir a esses eventos. Oportunidades únicas de ver a primagem (coletivo de primos); de ver os seus parentes mais jeitosinhos e conversar com gente que faz parte da sua família que você nem fazia ideia que existia. Eu posso até não gostar de saltos, mas até que gosto desses momentos. O casamento da vez foi de uma prima do meu pai. A cerimonia foi em uma Igreja no João Alves (fica em N.Sra do Socorro, região metropolitana de Aracaju). A comilança festa foi em um salão lindo com três andares, sendo que a festa se concentrou em dois deles. Muito docinho, muito salgadinho delícia e muitas risadas com a parentada reunida em uma das muitas mesas gigantes. E eu estava vestida assim, ó:

A saia (dá para ver o brilho dela, na foto?!) e a blusa são da coleção Cris Barros para Riachuelo encontradas em uma dessas araras de promoção, que ninguém quer mais. A Sandália é Dakota, comprada em São Paulo no começo do ano. O anel de pavão e as pulseiras são fruto do II Bazar Lavou Tá novo!. O anel com o símbolo do infinito é Renner e o outro foi comprado no centro de Guarulhos (esse último já apareceu muito por aqui hehe) A bolsa é Topeiras, a tiara de pérolas com duas voltas é Riachuelo e uma correntinha bem discreta no pescoço é sem marca. Ah, o batom vermelho poderoso é o Hot 2 da Água de Cheiro presente de uma amiga (na verdade, ela ganhou de brinde e só me deu porque eu sou branquela e combino com batons vermelhos e ela não combinaria hehe)

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Há algumas semanas encontrei uma pessoa que eu nem sabia que “lia” esse blog! Imagina o meu susto quando ele comentou a tag “Eu fui assim” perguntando se aquela roupa que eu estava  iria virar um post. Duas reações básicas tomaram conta de mim na hora: assustei-me por me deparar com um “leitor” e a segunda foi o fato de que eu comecei a pensar na pergunta dele. Por coincidência a roupa que eu usei nesse dia que encontrei ele já tinha aparecido por aqui, só que eu troquei acessórios, bolsa e sapato, dando uma cara outra àquela combinação. E foi justamente isso que me fez parar aqui para escrever.

Nunca fui uma pessoa lá muito vaidosa nem m preocupava muito com o que ia vestir ou com que combinações fazer. Na minha fase “do metal” durante parte da minha adolescência (sim, eu sei que você também foi do metal, amigo), preto combinava com preto e tudo ficaria lindo haha À medida que eu fui crescendo (não muito haha), outras cores começaram  a entrar no meu guarda-roupa e a ajuda da minha irmã para arriscar uma ou outra peça começaram a me parecer fundamentais. Nessa época, me dava uma vontade de fotografar o que eu estava vestindo pelo fato de ajudar a minha memória a lembrar de uma combinação bacana que tinha sido feita em determinado dia para determinado “evento”. Achava super válido ir a aniversários, por exemplo, e ter uma foto que serviria de lembrança daquele dia e de como eu estava me vestindo. Não que eu saisse muito ou algo do tipo, mas só de ter para mim aquelas fotos, me ajudavam a conhecer melhor as minhas roupas e as combinações possíveis, possibilitando até economia na hora de adquirir novas peças. Hoje, eu consigo refazer todo um programa de um dia na minha cabeça a partir da roupa que eu ou o outro estavam vestindo. Meio assustador, confesso.

O que eu acho super válido para qualquer pessoa: antes de comprar qualquer peça, pense em no mínimo três combinações diferentes com ela! Isso me ajuda muito, sabe? No quesito economia mesmo. O bacana de comprar nem que seja uma blusinha branca, pra mim, é pensar que ela pode ficar bem com um short, uma calça, uma saia e ainda assim ficar visualmente harmônico. Tudo bem que para homens a coisa parece ser mais fácil, mas mesmo assim acho que tem cores e certos cortes de roupa que ficam mais bonito. E você não precisa gastar horrores nem comprar aquele blazer lindo de camurça que custa mais de 600 dinheiros, mas fazer uma combinação bacana com uma roupa limpinha (uma roupa cheirosa é tão bom), sem buracos ou botões caindo e correr para o abraço!

A vinda para a capital aliada à Universidade e a enorme quantidade de tempo livre que eu tinha nos finais de semana fez com que eu descobrisse inúmeros (sim, muitos mesmo!) blogs de moda de todos os lugares do país (inclusive sergipanos) que tem a tag “look do dia” como figurinha carimbada no blog. Comecei a visitá-los com certa frequencia, lendo posts antigos com looks que serviam de inspiração. Passei a prestar mais atenção a vitrines de lojas em shopping. Passei a me importar mais com o que eu vestia. Passei a me importar com o que os outros vestiam e não ignorar mais aquelas pessoas gordinhas usando legging branca com calcinha colorida e regata mostrando o umbigo que insistem em pegar o mesmo ônibus que eu. Sim, não entendo como as pessoas insistem em usar essas coisas que eu considero no mínimo estranhas. Passei a ser mais chata quando vou comprar roupas. Passei a ajudar a minha irmã nas “montações” dela e a comprar coisas para ela (e para mim) que se enquadrariam no quesito “tendência”.  Conheço uma bolsa pelo nome de tanto vê-la em blogs de moda, por exemplo e sei identificar quando uma coisa é falsificada ou inspired. Conheço estampas pelos nomes que os “fashionistas” dão. E isso é meio assustador também, sabe? Às vezes eu queria não saber dessas coisas nem ficar reparando tanto, mas fazer  o que? Eu tento me controlar e visitar menos blogs de moda, por exemplo. (Tem outro motivo também, mas que vale outro post que está articulado aqui na cachola) 

Confesso que ainda não sei muito bem porque existe essa tag ou porque eu fotografo looks aleatórios (queria fotografar mais =/), porém de uma coisa eu estou certa: eles me ajudam a cuidar melhor de mim, do modo como eu me apresento e de como o processo de montagem de uma combinação é feita.  Eu me sinto bem com isso tudo. Aliás, montagem é uma palavra muito boa para isso que eu faço com as minhas queridas roupas, acho. Não me considero uma especialista, nem vou sair distribuindo conselhos com as cores que vão aparecer no próximo verão ou mostrarei fotos de desfiles ou algo do tipo. Não pararei para fotografar roupas alheias para falar em termos de certo e errado. Continuarei fotografando roupas esporádicas quando tiver alguém disposto a fotografar e o meu humor permitir [eu acho hehe]. Enfim, creio que essa tag de roupitchas deva continuar uma vez que esse blog reflete o que eu sou, e eu sou uma pessoa que se preocupa com essas coisas de menina só que ao invés de trocar roupas de bonecas, troca as suas próprias roupas para ficar igualmente bonitinha…

Beijo, 

Carmem

Fotos do Tumblr

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Opa! Mais um look nesse blog que está virando uma coisa que eu não sei bem o que é. Enfim, como eu comentei no post anterior, esse look foi utilizado para apresentar um trabalho na manhã do sábado, que por si só se tornou uma aventura. Acordamos cedo pois tinhamos que estar às 8h na sala em que íamos apresentar porque ainda não tínhamos certeza da ordem de apresentação. Depois de um café da manhã reforçado, partimos para o Centro de Convenções e fomos em direção a sala. Fui a segunda a apresentar e como as pessoas riram do que eu falei e me passaram e-mails para um futuro contato, creio que tenha ocorrido tudo bem! Mas…faltou energia! E esperamos uns bons minutos até a energia voltar. O calor e o escuro não estavam agradando, mas um moço (esqueci o nome =/) apresentou mesmo assim e depois que a energia voltou as outras apresentações também voltaram. Imagina a nossa apreensão e o nervosismo pelas outras pessoas que não tinham apresentado ainda. De qualquer forma, fiquei muito feliz de ter sido uma das primeiras a apresentar ^_^

Depois desse susto, fomos ver a apresentação de Dani (colega de quarto) e dar uma passeada pelas Editoras/Livrarias que tinham estande montada no Congresso. Resolvemos tirar a tarde de folga e bater perna no Shopping! \o/ Andamos de ônibus em Salvador e apesar do medo de se perder naquela cidade um tanto grande conseguimos ir e voltar sem maiores problemas e economizando um bom dinheiro de táxi! #todoscomemora. Chegando no hotel, descansamos um pouco e já tivemos que arrumar as malas uma vez que sairíamos cerca de 23h em direção ao aeroporto. Pois é, a pequena viagem tinha acabado. E posso falar uma coisa? Olhando essas fotos de mais de 2 meses atrás percebo o quanto eu quero (mesmo) viajar para algum lugar nessas férias, mas as circunstâncias não me permitem. Vamos escrever posts, se aventurar na cozinha, ver filmes e tentar colocar as leituras pendentes em dia…

🙂

Detalhes

Eu usei uma saia preta com laço na frente feita por Denise, camiseta branca básica meio transparente, sapatilha campana preta flocada Melissa e bolsa Ovelha Topeiras (que não aparece na foto, mas ela já apareceu aqui ) , anéis sem marca, anel de laço, Riachuelo. Relógio Champion de sempre e no cabelo, tiara marrom.

Beijos de uma Carmem que pode dizer que já apresentou trabalho em Congresso…

🙂

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Eu fui assim: 2º dia de Congresso

Como sempre acontece comigo, eu sempre levo mais roupa do que o necessário em qualquer viagenzinha hehe Calculei que eu usaria duas roupas por dia, mas o Congresso era uma loucura tão grande que acabávamos saindo do Hotel antes de 8h da manhã e chegando depois das 19h, portanto foi um look por dia sem muito detalhe/frescura – ficávamos correndo de um lado para o outro no Centro de Convenções para assistir mesas redondas, conferências, debates etc. Não consegui fotografar o look da viagem (11.05) porque era madrugada e eu estava com a cara amassada de sono e ia ficar muito estranho – mentira! Eu esqueci mesmo hehe Chegando em SSA, pegamos uma chuva mais que abençoada e tudo o que eu mais queria era chegar ao hotel e tomar um banho para tirar a lama dos meus pés e nem pensei em fotos. Saibam que foi uma roupa confortável: vestido xadrez marrom com preto, cintinho marcando a cintura, chinelinho e cardigã azul marinho. Dá para ver um pouco nessa foto meio paparazzi de Renata ❤

Passando o tempo no avião...

Depois de fazermos o check-in (hotel a menos de 10 minutos do evento : todos comemora o/), fomos ao evento para fazer o cadastramento e à noite para a cerimônia de abertura além de fazer o reconhecimento do lugar em que as atividades começariam de fato no 2º dia (12.05), que eu fotografei 🙂  Dia 13.05, na sexta, não deu para fotografar também porque foi uma correria só, mas eu usei: jeans, camiseta preta, colete xadrez e sapatilha preta (dá para ver um pouco dele aqui).  Tenho o look do dia 14.05, no sábado, porque eu apresentei um trabalho (\o/) e eu precisava registrar a roupa em que eu estava vestindo quando fiquei nervosa falando em um microfone na frente de algumas pessoas. Enfim, tem mais um post de Salvador comentando o quesito roupas hehe

Uma das coisas mais bacanas de Salvador nessa época (maio) foi o fato de eu poder usar casaquinho e não suar! Tem coisa mais linda, gente?! *-* O ar-condicionado do evento e do hotel ajudavam, mas como o tempo em Salvador estava chuvoso, nem a sombrinha nem o casaquinho saiam da bolsa por nada 🙂 Adorei passar um friozinho e poder pensar em roupas diferentes das que eu usualmente passaria calor por aqui. A cara de feliz na foto é simplesmente por ter adorado passar um tempo passeando pela Livraria Cultura mega linda *-*


A bolsa que não estava nada combinando com o look nós ganhamos no Congresso. Dentro dela, além do caderno gigante com toda a programação, tinha também bloquinho de anotações, caneta e uns panfletos. Eu jogava também o cardigã e a sombrinha que tinham que ficar à mão além de garrafinha com água mineral e comida.

Detalhes

Usei a saia xadrez preta e branca companheira inseparável feita por Denise, blusa floral verde e roxa da Hering, cinto preto fino velhinho de quando eu era criança haha, sandália preta com tachas da Sonho dos Pés, anéis em marca e bolsa Ovelha e colar Robô Topeiras. O cardigã cinza mescla da Zara estava na bolsa e não tem foto com ele, mas digamos que parece esse aqui.

Beijos,

Carmem

P.S. Créditos a Renata pelas fotos

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